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PESSOAS. O CORAÇÃO DA EMPRESA.

  • Carlos A. Buckmann
  • 9 de jan. de 2025
  • 2 min de leitura

UMA HISTÓRIA REAL

A dor maior que alguns pequenos e médios empresários apresentam, é a da administração dos recursos humanos. A falta de funcionários que “vistam a camiseta”.  Então hoje vou apenas contar uma história real de um gerente de loja que sempre conseguia bater suas metas de vendas. Claro que vou usar nomes fictícios para manter o sigilo profissional.

- Era uma manhã ensolarada quando os primeiros funcionários começaram a chegar à empresa. O gerente, Sr. Oliveira, estava na porta, cumprimentando cada um com um sorriso caloroso e um aperto de mão firme. Ele sabia que o primeiro contato do dia era crucial para estabelecer um clima positivo e acolhedor.

- "Bom dia, Maria! Como foi seu fim de semana?" perguntava ele, genuinamente interessado na resposta.

Ao longo do dia, Oliveira fazia questão de circular pela loja, observando discretamente o ambiente de trabalho. Ele notava se alguém parecia mais cansado ou estressado e, nesses casos, chamava a pessoa para uma conversa rápida. "João, percebi que você está um pouco abatido hoje. Está tudo bem? Precisa de algum apoio?" Essa preocupação com o bem-estar físico e mental dos funcionários era uma marca registrada de sua gestão.

Além disso, ele incentivava pausas regulares para alongamentos e momentos de descontração. Havia uma sala de descanso equipada com poltronas confortáveis, plantas e uma máquina de café de alta qualidade. "Um funcionário descansado é um funcionário produtivo", costumava dizer.

Quando o relógio marcava o fim do expediente, lá estava ele na porta da loja. Oliveira fazia questão de se despedir de cada um. "Até amanhã, Ana! Obrigado pelo seu empenho hoje." – “José, aquela sua venda  no final do expediente foi sensacional. Amanhã tem mais. Bom descanso”. Essas palavras simples, mas sinceras, faziam toda a diferença. Os funcionários sentiam-se valorizados e reconhecidos, o que aumentava seu engajamento e proatividade.

A equipe, coesa e motivada, sabia que podia contar com o apoio do  Oliveira. Eles não trabalhavam apenas por um salário, mas porque acreditavam na causa da empresa e se sentiam parte de algo maior. E assim, dia após dia, construíam juntos um ambiente de trabalho harmonioso e produtivo.

Embora minha narrativa tenha ficado com aparência de ficção, esse é um caso real que convivi com muita alegria.

E aí, você que tem problemas com a sua equipe, faz diariamente alguma coisa parecida ou só cobra empenho em troca do salário que você paga?

Entenda que seu negócio lida com gente, com pessoas. Você é uma pessoa. Seus funcionários são pessoas. Seus clientes são pessoas. Todos estão  sujeitos a dias bons e ruins.

 – ACREDITE: Se você não entende de pessoas, você não entende do seu negócio.

 

 
 
 

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