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PEQUENOS DETALHES

  • Carlos A. Buckmann
  • 17 de jan. de 2020
  • 3 min de leitura


PEQUENOS DETALHES QUE FAZEM GRANDES DIFERENÇAS

Cotidianamente, no grupo de WhatsApp de associados de nossa rede de lojas, costumo postar o que passei a chamar de “Mensagens Instigantes”, abordando tópicos que fazem as pessoas “se tocarem”, e que, se não cuidados, podem afetar negativamente o resultado de cada loja.

Ainda nesta semana, o “post” alertava sobre a importância da conciliação de recebíveis dos cartões de crédito, o que, se não for conferido rotineiramente, é um ponto de fuga de capital. Para minha surpresa, alguém postou um “Não entendi. Por que seria um ponto de fuga?”, o que logo foi esclarecido por outro associado, dentro do grupo.

Além de me chamar a atenção para o fato de que alguns pequenos empresários não se tocam para fatos que em princípio, para eles não são rotinas diárias, me lembrou de algo marcante acontecido há alguns anos atrás, com o proprietário de uma loja pertencente a outra rede em que também fui gestor e, por questões éticas, não vou citar os nomes dos envolvidos.

Era uma loja numa cidade pequena do interior do estado, mas tradicional, tendo mais de cinquenta anos de existência. Seu proprietário cuidava da parte financeira, controlando tudo manualmente em um caderno que só ele tinha acesso, deixando a parte comercial de compras e vendas a cargo de suas filhas e genros. Traduzindo: uma empresa familiar em que o patriarca cuidava das finanças. – No entanto, com todo o cuidado meticuloso (a moda antiga) no seu caderno, onde controlava todas as entradas e compromissos pagos e a pagar e, mesmo a loja com faturamento crescente, estava sempre com recursos apertados, sem sobrar dinheiro para reservas nem para novos investimentos.

O patriarca então começou a pressionar a filha que era encarregada das compras para que não comprasse “tanto”, no que ele entendia estar prejudicando seu fluxo de caixa. Passou a restringir as despesas com gastos que poderiam ser evitados, ou não. Demitiu funcionários, cortou publicidade e restringiu tudo o que podia. Mas continuava com o aperto financeiro.

Certo dia, recebe um telefonema de um gerente de agência bancária, onde mantinha uma conta que ele considerava inativa há muito tempo. No telefonema, o gerente perguntava se ele não gostaria de fazer uma aplicação, em vez de simplesmente deixar o dinheiro depositado em conta corrente, sendo um valor tão alto. – Surpreso, o empresário foi até a agência, onde descobriu que uma das empresas das maquininhas adquirentes de cartões de crédito havia centralizados os créditos naquele banco, diferente da agência em que ele mantinha as demais adquirentes e sua movimentação bancária. Para sua surpresa e alívio do aperto financeiro, tinha um saldo acumulado ao logo de mais de ano, superior a cento e cinquenta mil reais.

Parece história de ficção, mas tenho tudo isto registrado. O simples fato de não fazer habitualmente a conciliação dos valores vendidos e recebidos, levou a uma situação de descontrole administrativo.

Essa lição aprendida a duras custas o levou a contratar uma empresa terceirizada, especialista em conciliação de adquirentes de crédito, onde conseguiu recuperar outros valores consideráveis não creditados em suas contas correntes.

Quando o empresário não cuida de detalhes que parecem pequenos, a soma destes pode impactar em grandes resultados.

Os dias, passam rápidos, valores giram rápidos, negócios mudam rápidos, o mercado muda rápido e se você não se mantém atualizado, atento aos mínimos detalhes, vai ser atropelado e perder o rumo.

Pense nisso

e bons negócios prá nós.

 
 
 

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