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O PLANO B

  • Carlos A. Buckmann
  • 13 de fev. de 2019
  • 2 min de leitura



Nos negócios, como na vida, todo planejamento deve sempre ter em vista uma saída alternativa, uma correção de rumo, um plano B, que possibilitará a perenidade do negócio e a sobrevivência no mercado.

As religiões, em todos os tempos, sempre foram as mestres nas estratégias de continuidade e de crescimento, sempre buscando alternativas para manter os fiéis e para o enriquecimento e aumento do patrimônio da corporação que representam.

A igreja católica, depois das sangrentas cruzadas, que em nome de Cristo faziam guerras e saqueavam os chamados “infiéis”, levando esses saques para a construção do Vaticano, ao ver exaurido o período bélico, inventou o purgatório e com ele a “venda de indulgências”, ”parciais e plenárias”, onde, de acordo com suas posses, os fiéis compravam o alívio de penas futuras de suas almas “onde purgariam seus pecados pós morte”. Esse período foi de imensa entrada de dinheiro aos cofres do Vaticano, possibilitando a criação de inúmeros bancos com nomes de santos.

Mas não fiquemos apenas no passado, nem apenas com a igreja católica. Hoje, as chamadas igrejas evangélicas, são mestras em comercialização de “milagres”, “exorcismos” em público, vendas de “rosas abençoadas” e de “óleos bentos trazidos de Jerusalém”, sem falar na obrigatoriedade do pagamento do dízimo, numa sequência de planos estratégicos. Daí as enormes fortunas acumuladas pelos seus chamados “bispos”.

Para nossas empresas, precisamos também sempre estar focados no plano “B”, na sequência alternativa de nossos negócios que, queiramos ou não, estão sempre sujeitos a sazonalidades.

Como nas religiões, o segredo é termos nossos “fiéis” clientes, cativando-os, oferecendo maiores e melhores vantagens (no nosso caso, verdadeiras e palpáveis e não apenas questão de fé), para que continuem fiéis à nossa empresa e nossos serviços. Conservar um cliente fiel é mais barato do que conquistar novos. E um fiel, sempre atrai novos fiéis. É a magia da propaganda boca a boca, onde o cliente passa ser nossa mídia direta, nosso vendedor. A participação em um programa de fidelidade é importante para isso.

E como conseguir esses “milagres” de proporcionar verdadeiras vantagens?

Elementar. Negociando com nossos fornecedores, dos quais, nós somos “fiéis” clientes e todos precisamos uns dos outros, praticando a negociação correta do “ganha/ganha”.

Tenha sempre uma novidade para oferecer: seu plano B. No inverno, já devemos negociar as melhores condições para o verão e, neste, estabelecer as bases para o próximo inverno. NEGOCIE SEMPRE COM ANTECIPAÇÃO, pois como reza o ditado: “boi lerdo, bebe água suja”.

Pense nisso e

Bons negócios prá nós.

 
 
 

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