MEU LIVRO DA SEMANA - 17
- Carlos A. Buckmann
- 18 de dez. de 2022
- 2 min de leitura

MAYA ANGELOU – POESIA COMPLETA
Nesta semana, em viagem de merecidas (pelo menos eu assim acho) férias, esse será meu livro de cabeceira. Para quem não sabe, registro aqui que sou uma pessoa de métodos, de rotinas (algumas) que procuro nunca alterar. Nunca é uma palavra muito forte. Digamos, que procuro manter sem alterações. Uma dessas rotinas, é que antes de iniciar a leitura de qualquer livro, sobre qualquer assunto que me interesse (vide minhas publicações em meu blog), faço a leitura de uma poesia para preparar meus poucos minutos de meditação matinal. Nestes últimos dias, os poemas são deste livro.
Maya Angelou foi o pseudônimo adotado por MARGUERITE ANN JOHNSON, nascida em abril de 1928 em San Louis no Missouri (USA) e falecida em 2014. Foi parceira e amiga de Malcom X e do Dr. Martin Luther King Jr. Negra, professora, escritora, poetisa e ativista social, foi motorista de ônibus aos 15 anos de idade, como sua primeira atividade profissional.
Neste livro, condensados, estão todos seus poemas, com a marca telúrica de sua poesia, negra em sua essência e ativista em todos os seus versos: -
“(...) Você queria me ver destroçada?
Com a cabeça curvada e
Os olhos baixos?
Ombros caindo como lágrimas,
Enfraquecidos pelos meus gritos
De comoção?
(...)
Você pode me fuzilar com
Suas palavras.
Você pode me cortar com seus olhos,
Você pode me matar com seu ódio,
Mas ainda, como o ar, eu vou me
levantar (...)”
Dela, guardo uma frase que tem tudo a ver comigo e com os ensinamentos estoicos de Sêneca: - “A gente só é livre quando vê que não pertence a lugar algum – mas sim a qualquer lugar – lugar algum mesmo. O preço é alto. A recompensa é ótima.”
Por certo, na próxima semana apresentarei outros livros, mas a poesia continuará sendo meu momento de meditação.
Fica a recomendação.
Ótima leitura:
18/12/2022




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